Comunicação digital não é banner em uma tela de browser já conhecido. Os formatos são diversos: celulares, palms, notebooks de todos os tamanhos, telas digitais interativas, música digital, vídeo digital…tudo é meio! Tudo é passível de comunicar!
Os consumidores digitais querem mais, sempre! A propaganda descritiva tem espaço quando buscada ativamente pelos consumidores. Ao ver e interagir com algo interessante, ele mesmo vai digitar no Google (ou qualquer outro buscador, claro) o nome do produto, buscando informações sólidas e completas. O site da empresa deve estar bem completo e atualizado (além de obviamente estar aparecendo nos buscadores), caso contrário o usuário chegará a informações em sites terceiros, nem sempre verídicas.
Ele vai também procurar um vídeo review do produto, no YouTube talvez e mais uma vez se sua empresa não estiver lá, alguém estará.
Depois vai as comunidades do Orkut e fóruns de discussão checar a opinião dos outros compradores, comparar produtos em comparadores de preço e assim por diante.
Mas afinal, o que dará início a esse processo de busca por informações que já sabemos fazer parte da rotina dos consumidores, cada vez mais exigentes? Um anúncio de televisão? Pode ser que sim. Ou então…
Um game interativo, como este criado pela Fanta?
Um aplicativo de Orkut, como este criado pela OMO?
O que precisamos entender? Está na hora de oferecer um benefício real aos nossos clientes! Propagandas bonitinhas ainda têm espaço, mas está cada vez mais reduzido. A era da comunicação através do entretenimento nunca esteve mais viva! O cliente quer interação, quer falar de volta, quer tocar, brincar, testar sua marca, quer compartilhá-la com seus amigos e quem ganha é você (desde que faça bem feito, claro). É ora de ousar!
Já dizia a música dos Titãs: “A gente não quer só comida / A gente comida, diversão e arte”.
Feliz 2 mil INOVE!



















Eu acho que 2009 vai ser um ano bom para isso. Ações mais baratas podem ser uma opção para a época e esse cenário pode favorecer o mercado de mídias sociais. A gente ainda tem muito o que crescer.
Feliz ano novo procê.
Concordo com você mas acho complicado falarmos de “ações baratas”. Ações baratas sim, se comparadas a inserções e produção para TV, mas tudo tem um custo e às vezes eu acho que as marcas acham que para tudo é “só fazer um viralzinho” caseiro que resolve. As coisas não são assim e exigem toda uma estratégia e integração cross para darem certo. Então sim, hoje em dia temos muita possibilidade de fazer campanhas ótimas, com resultados nunca antes vistos e a um custo reduzido, mas lembrando que custo reduzido não é de graça.
2009 vai ser um ano muito bom por vários motivos. A crise é triste mas de certa forma vai fazer com que empresas revejam a forma de alocar verba. Aquelas que tiverem coragem de ousar, investindo em caminhos não tradicionais de mídia, vão se dar muito bem, sob meu ponto de vista.
Muito obrigada pela sua opinião aqui!
Feliz ano novo para você também!